quinta-feira, 21 de maio de 2015

SERRA DO FAXINAL - A NOVELA

Segundo Leonardo Pelegrini Tiscoski, filho do ex-deputado e ex-Secretário Nacional de Saneamento Leodegar Tiscoski, a novela do asfaltamento da Serra do Faxinal, de Timbé do Sul a São José dos Ausentes. tem os seguintes capítulos:
Em 01/12/2003 o Conselho do Desenvolvimento Regional de Araranguá aprovou o asfaltamento da Serra do Faxinal;
· Em 15/03/2005, no Parque Clube 19 de Julho em Praia Grande, foi assinada pelo Secretário de Infra-estrutura, Edson Bez a autorização para el
aboração do edital de licitação para pavimentação da Serra do Faxinal - e reforçado o compromisso em 21/03/2005 por LHS no 23º Rodeio Crioulo de Praia Grande;
· Em 29/08/2005 o Governador assinou em Praia Grande a autorização do edital de licitação para pavimentação da Serra do Faxinal e dois dias depois no mesmo município, assinou a autorização para abertura do edital de licitação para pavimentação da Serra do Faxinal;
· Em 22/09/2005 foi divulgado oficialmente a Pavimentação da Serra do Faxinal com a assinatura do governador Luiz Henrique da Silveira, na Praça São Sebastião em Praia Grande, da autorização para abertura do edital de licitação para pavimentação da serra.
· Em 09/12/2005 foi liberada Licença Ambiental Prévia para pavimentação da Serra do Faxinal. Serão pavimentados 15,673km e a obra está orçada em R$ 14 milhões.
· Em 14/03/2006 foi publicado edital de licitação para asfaltar a Serra do Faxinal
· Em 16/05/2006 foi feita a Abertura de licitação para pavimentação da Serra do Faxinal;
· Em 28/09/2006 o Deinfra divulga que a Redram Construtora de Obras Ltda, do Paraná, irá executar a pavimentação asfáltica da Serra do Faxinal;
· Em 23/10/2006 o Governador Eduardo Moreira assina a ordem de serviço e a previsão é que a obra inicie em cinco dias e será realizada com recursos próprios do Governo do Estado;
· Em 03/03/2007 uma queda de barreira interrompe trânsito na Serra do Faxinal
· Em 12/04/2007 é anunciado que o trânsito na Serra do Faxinal seria liberado em 15 dias;
· Em 16/07/2007 nova queda de barreira deixa novamente trânsito em meia pista na Serra do Faxinal;
· Em 25/07/2007 já não havia nenhuma obra em andamento na Serra do Faxinal;
· Em 05/03/2008 a estrada da Serra do Faxinal continuava interditada em meia pista e os Técnicos do DEINFRA fizeram uma análise do local e esperavam resolver a situação em alguns dias;
· Em 30/10/2009, uma suspensão de liminar garantia o retorno da obra em 15 dias;
· Em 26/01/2010 a obra continuava absolutamente paralisada;
· Em 17/03/2010 um encontro entre IBAMA, Edinho Bez, DEINFRA e outros políticos da região a imprensa divulga a agilização do processo a partir desta data;
· Em 21/09/2010 numa visita a região, os então candidatos Raimundo Colombo e Eduardo Moreira, comprometem-se, em sendo eleitos concluírem a obra;
· No dia 22/04/2010 aconteceu a 57ª Reunião do Conselho Regional de Araranguá (já se passaram 7 anos) onde foi falado sobre a importância da obra da Serra do Faxinal;
· Em 25/02/2011 foi anunciada a retomada da obra para no máximo em 30 dias;
· Em 26/05/2011 nova reunião com os mesmos de sempre solicitam e divulgam à imprensa pedido de agilização na liberação da obra que já devia estar ouvindo o ronco dos tratores há mais de um mês;
· Em 08/02/2012 novamente se faz alarde na imprensa sobre a retomada da obra...

Esta semana a assessora do deputado federal Ronaldo Benedet emite nota dizendo que "A licença geral para início da obra já foi concedida, mas o impasse está na licença de supressão vegetal, para a retirada de árvores não nativas que cresceram nas proximidades da pista".

sexta-feira, 15 de maio de 2015

ROGÉRIO CIZESKI É DENUNCIADO PELO MPSC


Ministério Público denuncia empresários envolvidos no caso Criciúma Construções

A Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) contra quatro empresários e executivos das construtoras Criciúma Construções LTDA, Cizeski Construções LTDA e do Comércio de Alimentos Martins LTDA por diversos crimes que lesaram compradores de imóveis de Criciúma. É a primeira denúncia resultante da operação do GAECO para a apreensão de documentos e provas e a prisão preventiva de alguns dos envolvidos no caso Criciúma Construções.

Gelson Bortoluzzi Ferreira e Rogério Cizeski foram denunciados por estelionato, crime contra a economia popular e contravenção contra a economia popular. Gelson Bortoluzzi Ferreira é empregado da Criciúma Construções e Rogério Cizeski é dono da Criciúma Construções e de mais 71 empresas. Rogério Cizeski também foi denunciado por ocultação de bens e lavagem de dinheiro, com Amilton Martins (Comércio de Alimentos Martins) e Ramon Geremias (executivo da Construções Criciúma).

O grupo econômico Criciúma Construções é investigado desde maio de 2014, suspeito de venda de apartamentos sem incorporação imobiliária, estelionato, parcelamento irregular do solo, falsidade ideológica, fraude processual, ocultação de bens provenientes de infração penal e crimes falimentares.

Segundo a denúncia, Rogério e Gelson, de 2009 a 2014, usando de suas posições na empreiteira, comercializaram unidades no Condomínio Residencial e Comercial Supreme, em Criciúma, sem que a empresa que representavam fosse a verdadeira dona dos imóveis. Somente nos nove contratos citados na denúncia, os dois conseguiram um lucro de mais de R$1 milhão, ilegalmente.

Além disso, os denunciados Rogério Cizeski e Gelson Bortoluzzi Ferreira fizeram afirmação falsa nos contratos firmados com adquirentes quanto às frações ideais das unidades que constituem o empreendimento.

A partir do início deste ano, Rogério Cizeski e Ramon Geremias aliaram-se a Amilton Martins a fim de utilizar as contas da Comércio de Alimentos Martins para a ocultação de bens e movimentação bancária, pois a Criciúma Construções não podia mais movimentar suas contas, devido às diversas ações judiciais contra a construtora.

ENTENDA O CASO

Em maio de 2014, o Ministério Público instaurou inquérito civil e procedimento investigatório criminal para apurar atos em tese ilícitos praticados na administração de grande empresa de construção civil que, na época, estava inadimplente com 8.800 consumidores de várias regiões de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul, uma vez que os empreendimentos lançados e comercializados por ela estavam todos atrasados ou paralisados.

A partir dessa apuração, o Ministério Público ajuizou 28 ações civis públicas visando proteger os direitos dos milhares de consumidores lesados. Dessas ações, 17 foram ajuizadas na Comarca de Criciúma, 1 em Forquilhinha, 2 em Chapecó, 7 em Jaraguá do Sul e 1 em Joinville.

Paralelamente à atuação na área cível, o Ministério Público deflagrou investigação criminal para apurar a responsabilidade dos dirigentes da empresa em relação às várias práticas ilícitas descobertas. Na área cível, as ACPs pedem a reparação de um dano causado à sociedade. Já na área criminal, o MP pede que os responsáveis respondam criminalmente pelos crimes que tenham cometido.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

NOTA DO INSTITUTO LULA

Alguém tem tratado delator do Lava-Jato como herói? Esses petistas são mesmo uma piada. Falam de forma fantasiosa para justificarem-se. Seria dissonância cognitiva, mas trata-se de safadeza mesmo!
Leia abaixo Nota à Imprensa do Instituto Lula.

"É inaceitável que uma grande democracia como o Brasil, com 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do mundo, seja transformada em refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos – e garante para si um percentual na recuperação do dinheiro que ajudou a roubar.

É inacreditável que um bandido com oito condenações, que já enganou a Justiça num acordo anterior de delação premiada, tenha palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país, legitimadas democraticamente pelo voto popular. Que se dê crédito a criminosos  para apontar quem é e quem não é honesto neste País.

É uma pena que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis, quando tais pessoas se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição; quando se prestam a difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro.

O Brasil merece ser tratado com mais responsabilidade e seriedade.

Assessoria de Imprensa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

São Paulo, 12 de maio de 2015"

domingo, 10 de maio de 2015

PROCURA-SE UM PETISTA QUE SEJA SOCIALISTA

O "rouba, mas faz" e as ideias socialistas da esquerda latino-americana tem algo em comum: é lá, não aqui. Quanto ao primeiro dissertei noutra postagem neste BLOG.

Mas vamos aos fatos.

A esquerdopatia, uma doença intelectual, prega a divisão de riqueza sem que diga como dividir o que não existe. Sim, sem que haja produção de riqueza não haverá o que dividir. Portanto, precisam que haja uma de alguém, aquele monstro imperialista de que tanto falam, das elites etc etc etc. A sociedade igualitária que pregam tem como base a produção de bens e serviços já existentes e construídos através da ganância capitalista, não da igualdade de tribos de índios que andam nus, por exemplo.

Falam do "controle dos meios de produção"... Ora, então tem que ter produção e produção envolve tecnologia. Eis que, controlar é exatamente o que faz o tal do imperialismo. Controle precisa de falta de liberdade para existir. Quem quer controlar por causa de uma ideologia, quer controlar, não ser controlado. Querem o controle porque seriam eles a controlar, opondo-se à liberdade de outros fora de seu grupo.

Num mercado livre não há um controle objetivo, mas segurança jurídica, que é dada pelo governo, e todos estão sujeitos às mesma flutuações, perdas e crescimento. A imprevisibilidade do mercado assusta quem quer controla-lo, assusta quem tem medo do poder do outro. Não há liberdade sem riscos! Tampouco o controle evita todos os riscos.

Outro detalhe importantíssimo nessa análise é que não repartem coisa alguma do que têm. E nisso se igualam ao "rouba, mas faz", pois nem um, nem outro, tratam de si mesmos. No  "rouba, mas faz" o mal acontece em algum lugar, não aqui, não comigo. Neste sentido querem a divisão do que é do outro via Estado. Não há neles o poder de convencimento de que a sociedade deva ser socialista, em que todos produzimos para todos, sem distinção hierárquica (abaixo do Estado, obviamente, no qual uma classe estará acima e mandará).

Fica evidente que não querem nos mostrar que suas ideias funcionam, colocando-as em prática consigo mesmos. A ideia de igualdade é apenas uma forma de ludibriam suas verdadeiras intenções que é a dominação por vias anti-democráticas. Não tem nadinha a ver com proporcionar vida melhor a quem quer que seja. Se resume no poder e só no poder.

Ao defenderem o controle absoluto querem que a sociedade não domine a si mesma. Desconhecem que empresário é povo e cidadão, por exemplo.

O desafio aos socialista/comunistas é de serem socialista/comunistas. Podem se-lo, mas jamais o serão pela mesma razão que defendo o Liberalismo: ninguém quer dividir coisa alguma. A esquerdopatia não quer dividir o que é seu, pois, em estando no poder, usufruirão do que tem e mais do que os demais vão produzir. O luxo em que vivem os grupos dominantes nos poucos países que se submeteram a isso comprova o que digo.

Petistas, sejam socialista hoje e nos convençam de que é melhor!

A CULPA DO NÃO-CULPADO

De onde vem a culpa e para o quê nos leva?
Por que temos culpa de umas coisas que outros não têm?
E por que temos culpas de coisas que não deveríamos?

A moral (a ética praticada) e ética (conjunto das regras de comportamento, do certo e errado) são coisas dos humanos (mesmo que percebamos que animais também os têm de forma mais primitiva, obviamente) e de seus grupos, dos arranjos sociais ao longo do espaço/tempo. O certo e errado são, por conta de diversos fatores, relativos, circunstanciais. Se mudou do passado para o presente, mesmo dentro de uma cultura, então podemos supor que haverá mudanças do presente para o futuro. Assim, a culpa está ligada à ética construída nas relações sociais (comerciais, militares etc), das relações pessoais e daquilo que é considerado divino.

Vamos a alguns desses fatores.

Momento histórico - Uma coisa é o certo e errado em momentos de paz, outra é durante uma guerra, em que a fome assola os civis, por exemplo. Além disso, há o período em que se vive ou viveu. Estamos na América, mas diferente da nossa época foi o período pré-colombiano.

Características familiares - Os ensinamentos dos pais, que receberam de seus pais, difere muito se pertencentes a uma tribo isolada na Amazônia ou se na periferia de São Paulo. Se é o homem ou a mulher que comanda o lar.

Gênero - É evidente que o comportamento, de forma geral, de homens e mulheres é muito diferente. Por isso a construção de punições sociais e culpas são diferentes conforme o gênero.

Idade e estado civil - Na medida em que se amadurece, da adolescência, ícone das travessuras humanas, indo à vida adulta, tendo ou não filhos, nos mudamos para algo melhor ou nos afundamos em lama.

Condições econômicas - O herdeiro de uma fortuna tem, necessariamente, orientações diferentes do filho de uma mãe solteira que vive numa palafita nordestina.

Herança genética - Você já deve ter visto ou ouvido falar de famílias inteiras que recorreram ao crime. Pesquise sobre os Bender, uma família de assassinos em série que possuíam uma pequena pousada no Kansas (EUA), onde os crimes eram realizados. A pousada funcionou de 1872 a 1873. Eles mataram dezenas de pessoas e jamais foram presos. Por aqui há muitas histórias de famílias de brigões, homens e mulheres violentos. Casos típicos de desarranjo genético.

Relações sociais - O meio influencia, dita regras à margem da Lei, constrange pelo medo, faz surgir soluções que só se adequam àquele local ou circunstância, como viver numa favela dominada por traficantes, por exemplo.

Religião - Essa, sem dúvidas, a mais influente da história. Contudo, ela mesma é, inicialmente, fruto de um meio, de concepções sobre Deus de um dado povo, num dado momento. Posteriormente, consolidada ao longo do tempo, passa a ditar as regras. Mas mesmo assim estará submetida ao entendimento de seus líderes a cada período. O cristianismo é um belo exemplo de mudança do certo e errado.

Nesse pacote de influências as pessoas tem maior ou menor relação com uma delas, definindo, assim, a direção dos seus sentimentos de culpa. Num mesmo local teremos pessoas com culpas diferentes, mesmo que com um erro em comum.

Para mim, a mais estranha das culpas é aquela em que o sujeito se pune por algo que não cometeu. Um dos casos mais doloridos é o de pais que se culpam porque um filho morreu ou ficou com a vida negativamente marcada. Provavelmente pelo senso de proteção que os bons pais têm. Não se perdoam porque não protegeram suas crias. Não há neles o senso de que os riscos são inerentes à vida.

A culpa ou sua ausência determina comportamentos. Cabe a cada um perceber-se, perceber quais são suas motivações para sentir-se culpado. É uma análise difícil, mas necessária. Perdoar-se é retirar de si a culpa e sentir-se novamente leve. Contudo, há culpas que jamais poderão ser retiradas. Quando socialmente culpados ou mesmo limitado à nossa consciência, à nossa intimidade, levar-se-á pela vida aquele lembrança ou punição.

O fato é que jamais deveríamos nos sentir culpados pela ideia de erro para com quem não tem qualquer meio de ser atingido, assim como insistem os religiosos e o que entendem como ''pecado''. Esse, sem dúvidas, é o mais temerário, circunstancial e tolo. Matar por matar é socialmente errado para nosso povo e época, não por ser pecado, contrapondo-se ao canibalismo fruto da religiosidade. É uma questão de espécie, de humanidade, não de Deus. Cristãos já mataram apenas porque o outro estava num local considerado sagrado, ou porque uma mulher foi tida como bruxa. Os exemplos são os mais diversos à mostrar que religião não está na lista dos determinantes sociais a que se deva dar crédito.

O pecado é uma invenção humana para impor medo e dar autoridade ao ''representante'', já que Deus não poderia, em hipótese alguma, ser ofendido. Ou não seria Deus!

Abraço a todos!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Desenvelheci...

O amor de uma mulher veio ao meu encontro. Sim, ela me achou.

Simples como deve ser. Encantador e constrangedor pelo bem que me faz. Surpreendente como somente uma mulher sábia pode se-lo.

Sua insegurança é a segurança que me faltava. Seus medos são o apego que desejava.

Não me canso de querer seus cuidados, do prazer de me desarmar em sua cama e de me render. Ela me domina porque preciso ser dominado.

Encontrei a paz da voz sussurrada, o calor do abraço na madrugada.

Esse teu riso solto da brincadeira boba que me faz feliz. Sou criança com presente sempre novo. Todos os dias novo. Desenvelheci...

Que tempo foi esse que estiveste longe. Quisera ter sido teu desde sempre!

Momentos sonhados há tanto tempo que ainda me pego achando que é um sonho.

Te peço: me carregues para ti e não me soltes.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

JUSTIÇA AFASTA ROGÉRIO CIZESKI DA DIREÇÃO DA CC

O Juiz Pedro Aujor, da 2ª Vara da Fazenda em Criciúma, determinou hoje o afastamento de Rogério Cizeski da direção da Criciúma Construções. No dia 22 de Maio deverá ser realizada uma assembleia com os credores da CC para a escolha do gestor judicial. Segue decisão:

Teor do ato: Por estas razões: 1) AFASTO de forma imediata, com efeitos a partir da presente decisão, o Sr. Rogério Cizeski do comando da empresa Criciúma Construções Ltda, com fundamento no art. 64, incisos III e IV, alínea "c", da Lei n. 11.101/2005, impedindo o mesmo de qualquer ato de gerenciamento da referida empresa, por qualquer forma ou meio (direto ou indireto) anotando-se ainda, atendendo ao poder geral de cautela, na preservação dos interesses maiores da justiça e para resguardar os efeitos da presente recuperação judicial: - Não poderá o Sr. Rogério Cizeski e/ou qualquer pessoa representando externamente o mesmo, sob pena de desobediência ou mesmo crime mais grave, atuar em nome da Criciúma Construções Ltda, seja por ela própria ou das empresas-satélites criadas a partir de Criciúma Construções Ltda, operando em nome desta, sob pena de burla ao afastamento, o que incidirá também nas penas de desobediência ou mesmo crime mais grave. - Fica a empresa recuperanda ainda responsável pela apresentação do plano de recuperação judicial, nos termos do inciso II, do art. 73, da LRF. 2) DETERMINO a publicação do edital previsto no art 52, § 1º, da LRF; 3) Ante o afastamento do Sr. Rogério Cizeski, como exposto no item 1, CONVOCO de forma imediata a Assembléia Geral de Credores, de forma exclusiva para deliberação e escolha do Gestor Judicial, nos termos dos arts. 36 a 42, da LRF, para o dia 22.05.2015, às 14:00 horas, no Salão do Júri da comarca de Criciúma, e em segunda convocação para o dia 29.05.2015, às 14:00 horas, no mesmo local, ressaltando que o Cartório deverá promover o que consta no art. 36, caput, da LRF, devendo anunciar ainda a convocação nas rádios locais, as quais têm abrangência e audiência suficiente para informar acerca da realização da Assembléia. - DESTACO que até a deliberação acerca do gestor judicial, caberá ao administrador judicial as funções de forma provisória, nos termos do art. 65, caput, e § 1º, da LRF, podendo o administrador judicial assenhorar-se in totum de todos os documentos relacionados à Criciúma Construções Ltda, e anote-se das empresas satélites que utilizam o nome desta para todo e qualquer negócio que virá a ser descoberto, tanto no Juízo das Ações Civis Públicas como no Juízo Criminal, informando das ações dentro do presente processo. Intime-se. Cumpra-se, incontinenti."